Meus irmãos, pode uma
figueira produzir azeitonas ou uma videira, figos? Da mesma forma, uma fonte de
água salgada não pode produzir água doce. Tiago 3:12
Tempos trabalhosos...
Difíceis...! Mas nada que saia do controle de Deus e vemos isto já registrado
nas Escrituras que diz:
Sabe, porém, isto: que nos últimos dias sobrevirão
tempos trabalhosos.
Porque haverá homens amantes de si mesmos, avarentos, presunçosos, soberbos, blasfemos, desobedientes a pais e mães, ingratos, profanos,
Sem afeto natural, irreconciliáveis, caluniadores, incontinentes, cruéis, sem amor para com os bons, Traidores, obstinados, orgulhosos, mais amigos dos deleites do que amigos de Deus,
Tendo aparência de piedade, mas negando a eficácia dela. Destes afasta-te.
2 Timóteo 3:1-5
Porque haverá homens amantes de si mesmos, avarentos, presunçosos, soberbos, blasfemos, desobedientes a pais e mães, ingratos, profanos,
Sem afeto natural, irreconciliáveis, caluniadores, incontinentes, cruéis, sem amor para com os bons, Traidores, obstinados, orgulhosos, mais amigos dos deleites do que amigos de Deus,
Tendo aparência de piedade, mas negando a eficácia dela. Destes afasta-te.
2 Timóteo 3:1-5
A verdade é que, ao passar do tempo, estão
diluindo as bases Bíblicas e são poucos os que permanecem , sem máscaras vivendo a essência do evangelho que é Boas
Novas de salvação. Precisamos dar uma parada e ver se estamos realmente
ouvindo e vivendo a Palavra de Deus, ou se estamos ouvindo historinhas. Não podemos ter a
A síndrome de papagaio: ouvir e sair repetindo sem analisar.
Examinai tudo.
Retende o bem. 1
Tessalonicenses 5:21
Examinai-vos a vós mesmos, se permaneceis
na fé; provai-vos a vós mesmos. Ou não sabeis quanto a vós mesmos, que Jesus
Cristo está em vós? Se não é que já estais reprovados 2
Co 13:5
Amados! Precisamos entender que
salvação, o Evangelho não começa com alegria, e sim com contrição (Arrependimento
ou dor profunda de ter ofendido a Deus, com firme propósito de não mais pecar),
quando peca ao invés de arrepender-se se leva nos cultos terapêuticos para
catarse sf (gr
kátharsis) 1 Purgação. 2 Purificação. 3 Psicol
e Med Método de purificação mental que consiste em revocar à consciência
os estados afetivos recalcados, para aliviar o doente dos desarranjos físicos e
mentais oriundos do recalcamento). massagear o Ego, e por
a culpa em alguém , nos pais, nos diabo ou no Pastor que é muito duro, ninguém
quer assumir mais nada.
Um abismo chama outro abismo, ao ruído das tuas
catadupas; todas as tuas ondas e as tuas vagas têm passado sobre mim. Salmos 42:7
“Todos os
sinais que precedem a Vinda de Cristo estão tendo o seu cumprimento cabal.
Entre eles, a apostasia da fé promovida por Satanás e seus demônios. “Mas o
Espírito expressamente diz que, nos últimos tempos, apostatarão alguns da fé,
dando ouvidos a espíritos enganadores e a doutrinas de demônios”, 1Tm 4.1.
Dentro da linguagem evangélica, entendemos que Satanás tem comissionado seus
demônios como “espíritos enganadores” que se intrometem no seio da igreja para
enganar. Não temos que adivinhar onde estão e como operam tais espíritos,
porque temos o Espírito Santo, que habita na vida da Igreja (e em nós) para
revelar os ardis e as obras de engano.” A Bíblia os identifica como
“homens maus e enganadores... enganando e sendo enganados” (2Tm 3.13; 2Jo 7 e
2Pe 2.1). Existem pessoas que se colocam a serviço de Satanás para propagar e
disseminar doutrinas falsas e negar as verdades divinas. Essas pessoas tornam-se,
indubitavelmente, “espíritos enganadores” (ou pessoas a serviço destes
espíritos que são demônios). Os espíritos
de engano envolvem muitas pessoas, as quais acabam se tornando instrumentos de iniquidade sob o comando subjetivo de Satanás. Esse tipo de problema tem
produzido, também, racionalismo barato e incredulidade quanto aos milagres
sobrenaturais. Para deter a operação do espírito do engano, a liderança
evangélica precisa ensinar mais a Palavra de Deus ao povo. A liturgia de nossos
cultos está sendo sufocada por programações tão extensas e intensas que não há
mais espaço para a Palavra de Deus. Somente a Palavra poderá sufocar e deter o
poder dos espíritos enganadores que se intrometem em nossas igrejas. A palavra
apostasia significa negação e abandono da fé cristã. Nos primórdios da Igreja,
Paulo já percebia alguns sinais típicos do ataque sorrateiro dos espíritos de
engano. O texto faz-nos entender que certas pessoas desqualificadas
espiritualmente se deixariam levar por esses espíritos, tornando-se agentes do
engano. Essas pessoas produziriam conceitos falsos de salvação, de santidade,
de regras sociais. Algumas igrejas e lideranças acabam se desviando das
prioridades divinas e aderem às práticas incoerentes com o verdadeiro
cristianismo, insuflando falsos conceitos, para dominar os sentimentos e os
corações das pessoas por procedimentos antibíblicos. Esses “espíritos
enganadores - que são espíritos de demônios” induz as suas vitimas ao autoengano,
pois os escravizam a certos comportamentos que ofendem ao Espírito Santo. Nós
fomos chamados à liberdade em Cristo, não à escravidão de regras de homens.
Normalmente, as pessoas e líderes que se deixam levar por espíritos enganadores
enganam-se a si mesmos porque não conseguem praticar suas próprias regras e
ideias. Que Deus nos guarde dos espíritos enganadores!”
Fonte:
Entenda que ninguém
será levado à sala do banquete, da graça salvadora sem antes passar no Sinai de
Deus e ler a Lei e dizer EU SOU PECADOR só depois disso é que a lei toma agente
pela mão e nos leva ao Gólgota, e apresenta o antídoto e o remédio para a alma,
O SANGUE DE JESUS, mas não tem benção para quem não tem aliança com Deus, a benção
prometida vem a partir da regeneração (restauração,
substituição, suprimento, revivificação, reabilitação moral; reforma dos
costumes. Nova vida). A Verdade é ao meu favor e contra a
mim, não é relativa. Não posso mudar esta verdade quando ela reverberar (Brilhar, em virtude da
reflexão da luz; resplandecer) a contra mim e não posso mudar a
exegese(é a interpretação profunda de um texto bíblico,
jurídico ou literário) para
adequar a minha conveniência e necessidade (Isaias 30.10)
“ Em julho próximo passado a AMME Evangelizar
concluiu e publicou, em inglês, um relatório de pesquisa realizada com 780
pessoas, em quinze cidades das três regiões mais populosas do país: Total
evangelization – Research for Products Validation. O objetivo do relatório era
verificar o resultado de cinco programas do grupo “Evangelização Total” sobre
os hábitos das pessoas evangelizadas com eles. A pesquisa descobriu mais do que
se esperava. Propondo-se a perguntar da religião dos entrevistados e se
eram praticantes ou não, os pesquisadores encontraram muitos evangélicos, e
eles também responderam a essa questão. Então ouviu-se 17,11% dos evangélicos entrevistados declararem-se não
praticantes. Esse
número pode ser comparado ao dos ‘sem vínculo institucional’ no “Novo Mapa das
Religiões” (Neri 2011), publicado dois meses depois do relatório da
AMME. Conforme Marcelo Neri e sua equipe, os evangélicos ‘sem igreja’ são 14%.
Eram apenas 4% em 2003, há sete anos, portanto aumentaram em 350% em tão pouco
tempo. A pesquisa da AMME Evangelizar entrevistou principalmente
crianças, adolescentes e jovens, maiores grupos de conversão para as igrejas
evangélicas nas últimas décadas (SUPER20). O número de
evangélicos em cada faixa foi superior à média projetada para a região, já que
a pesquisa foi realizada nas periferias pobres das cidades, onde ha maior
concentração de evangélicos. Na faixa de 6 a 8 anos, 12,2% dos evangélicos se
declararam não praticantes, depois o percentual aumentou conforme a idade. Na
faixa de 9 a 11 foi 15,7%; De 12 a 14, 21,6%; De 15 a 17, 22,2%. Acima de 18
anos, inclusive jovens adultos e adultos, 18,8% dos evangélicos se declarou não
praticante. Um dado que também apareceu na pesquisa foi a não declaração do
comprometimento com a Igreja, 4,93% na média, com ênfase no grupo de 6 a 8 anos
(10%) e no grupo de 12 a 14 (5,4%). “
Precisamos pregar a Palavra Verdadeira.
“Certa vez, ouvi um líder de uma grande igreja
declarar: “Nós somos os fornecedores, Jesus é o produto e os pecadores os
clientes”. Precisei prontamente discordar desta declaração que inicialmente tem
um caráter inocente e até inovador. Discordei por quê?
- Primeiro
porque o Evangelho não é um produto, mas uma pessoa – Cristo Jesus.
- Segundo
porque a Igreja não é fornecedora de algum produto religioso, mas antes, é a
noiva de Cristo Jesus que comunica a Sua graça infinita.
- Terceiro
porque o pecador não é um cliente, mas um necessitado de arrependimento para
perdão dos seus pecados e reconciliação com Deus.
É
aterrorizante a possibilidade de que, para algumas lideranças cristãs o
significado da missão da Igreja é semelhante ao mesmo significado do mercado
capitalista e consumista do século XXI.
Certamente,
deve ser por este motivo que algumas comunidades cristãs não pregam mais sobre
o pecado, o juízo final, ou o confronto com o erro e o engano. Porque uma vez
que, o pecador é uma espécie de cliente, ele agora precisa ser agradado,
bajulado, e persuadido a continuar comprando uma religiosidade de mimos e
agrados.
Cristo Jesus
jamais olhou o pecador como cliente em potencial. Cristo Jesus jamais esteve em
conluio ou alinhado ao espírito do mercado religioso de sua época. Cristo Jesus
não pregava aquilo que agradava ou massageava o ego das pessoas, mas antes
anunciava a verdade eterna de Deus – “Muitos, pois, dos seus discípulos,
ouvindo isto, disseram: Duro é este discurso; quem o pode ouvir?”(João 6.60)
Do mesmo
modo, certamente a expectativa de Deus com relação a Sua Igreja é que
anunciemos o evangelho puro e simples, jamais negando a verdade, ou se
prostrando diante das recompensas imediatistas e passageiras do mercado
religioso que sutilmente descaracteriza a verdadeira missão da Igreja de Cristo
Jesus.
Sinais
de uma Igreja que desvia
“1. Quando a igreja começa a desviar-se, o primeiro
sinal visível é, comumente, um aumento do
mundanismo. Na vida diária, na conversa e, inclusive, no vestir e na moda, o
espírito do mundo começa a infestar a igreja
2. O
mundanismo inclina a igreja a desviar-se cada vez mais e a uma condição insensível de incredulidade. O próprio Senhor Jesus
lamentou a respeito de sua geração: “Mas a quem hei de comparar esta geração? É
semelhante a meninos que, sentados nas praças, gritam aos companheiros: Nós vos
tocamos flauta, e não dançastes; entoamos lamentações, e não pranteastes” (Mt
11.16-17).
3. A
incredulidade leva a igreja a desviar-se rumo a uma condição insensível de indiferença. A incredulidade nos leva a perder
todo o interesse pela verdade.
4. A
indiferença produz seu companheiro mais próximo no percurso do desvio: a ignorância. Quando olhamos para trás,
pensamos em Edwards, Whitefield, Owen, Bunyan e outros de nossos antepassados e
consideramos que os sermões deles eram entendidos pelas pessoas comuns, precisamos
temer que as palavras do Senhor ditas a Israel também são verdadeiras quanto à
igreja de hoje: “O meu povo está sendo destruído, porque lhe falta o
conhecimento” (Os 4.6).
5. A
ignorância intelectual e espiritual da verdade leva à praga da morte espiritual na igreja. O povo de Deus tem de começar consigo
mesmo. O que aconteceu com aquelas épocas em que as pessoas eram comovidas,
abaladas e convencidas pelo Senhor semanalmente? Os filhos de Deus deveriam
confessar hoje: “Oh! que isso acontecesse uma vez por mês ou uma vez por ano!”
Onde estão os fervorosos exercícios da vida espiritual? “Oh!”, eles confessam,
“estão mortos! E o que sobra é maná deteriorado!”
6. A morte
espiritual tende a desviar-se para a centralidade
no homem. Se o homem é o centro da igreja, ele se torna o objeto de toda
conversa, quer seja idolatrado, quer seja criticado; e Deus e sua Palavra são
colocados de lado. Multiplica-se a conversa centralizada nos oficiais e
ministros da igreja, e julgamos uns aos outros. Um pastor é bom; o outro,
razoável; e um terceiro, não é bom de maneira alguma.
7. Isso nos
leva ao último passo de uma igreja que se desvia da verdade: a centralidade no homem produz o fruto de uma expectativa
secular em relação a Deus. A expectativa secular se baseia nas atividades de
homens, criadas por se vincular a elas o nome e a bênção de Deus.
Tradução:Editora Fiel
Fonte: Joel Beeke Backsliding no livro Desviar-se: Sua Condição e Cura
O sacrifício de Jesus, não pode ser invalidado com estas mazelas um sacrifício de tal magnitude não pode simplesmente ao bel prazer do homem ser ignorado, vilipendiado, por mera conveniência humana.
Valorize o que Jesus fez, leia a sua Palavra, não engula qualquer coisa. O perigo muitas vezes, não está no "mundo", mas disfarçado de "irmão em Cristo"
Será que vocês não ficam satisfeitos com
o melhor pasto?
Por que precisam pisar o resto do capim?
Vocês bebem a água limpa e
sujam com os pés a água que não bebem.
As minhas outras ovelhas
têm de comer o capim que vocês pisaram e
beber a água que vocês sujaram.
Ezequiel 34.18-19 (leia 34.11-24) – BLHS
Obs: O que você acabou de ler é uma
COMPILAÇÃO ( Obra que resulta da reunião de diversos textos ou trabalhos com
várias origens), porém achei-os edificante e um forte e grande alerta para todos nós




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